Estudos

Estudos que edificam.

VOCÊ HONRA SEUS PAIS?

HONRA (1)

Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá. Êxodo 20.12

A Lei de Deus não é um simples conjunto de regras, mas a expressão do Seu caráter santo. Ela deve estar gravada no coração, e não apenas ser seguida externamente. É a Lei que nos revela quem Deus é e nos mostra como devemos viver diante d’Ele. Entre os dez Mandamentos, apenas dois são afirmativos, e o quinto mandamento é o único que traz uma promessa. Além disso, a Lei expõe o pecado, revelando sua natureza enganosa. O pecado promete que não haverá consequências, mas seu fim sempre leva à destruição.

Primeiramente, é importante entender o significado da palavra “honra”. No hebraico, kabad ou kabed está relacionado a algo de grande peso e importância, transmitindo a ideia de dignidade, glória e abundância. No grego, timao significa estimar, considerar algo valioso, reverenciar. Portanto, honrar pai e mãe não é algo superficial, mas uma responsabilidade de grande valor para os filhos, pois os pais são dignos de estima e respeito.

Essa reverência, amor e honra, primeiramente, pertencem a Deus, pois, em Cristo, fomos adotados como filhos, e Ele se tornou nosso Pai. No entanto, sabemos que nem todos os pais foram bons exemplos. Muitos foram negligentes, abusivos ou perversos, mas, se estivermos unidos a Cristo, somos capazes de discernir essa diferença e, inclusive, exercer o perdão.

Muitos acreditam, de forma equivocada, que os mandamentos estão ultrapassados e pertencem apenas à Antiga Aliança. No entanto, Jesus deixou claro que não veio abolir a Lei, mas cumpri-la. Apenas as leis cerimoniais e civis foram anuladas, pois estavam ligadas especificamente ao povo judeu. Entretanto, os mandamentos morais permanecem, pois refletem o caráter de Deus.

Paulo reforça esse princípio em suas cartas aos cristãos de Colossos: Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.
Efésios 6:1-3.

Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Colossenses 3:20.

Mas a responsabilidade não é apenas dos filhos. Paulo também adverte os pais: Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados. Colossenses 3:21.

E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor. Efésios 6:4.

O próprio Jesus reforçou esse mandamento, pois Ele, mais do que qualquer outro filho, honrou e amou Seu Pai. Honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mateus 19:19. Ele também confrontou aqueles que, por meio de tradições humanas, anulavam a Palavra de Deus: Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe”; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte”. Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição. Mateus 15:4-6.

Quando Jesus conversou com o jovem rico, Ele reafirmou a importância desse mandamento: Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe. Lucas 18:20. A honra aos pais é uma expressão prática da obediência a Deus e continua sendo um princípio essencial para aqueles que vivem sob a graça de Cristo.

Honrar o pai e a mãe significa tratá-los com respeito, reverência e cuidado, especialmente na velhice. Esse é o único mandamento acompanhado de uma promessa: para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá. Êxodo 20:12b.

Esse mandamento nos ensina que não somos autossuficientes nem independentes. Viemos ao mundo por meio de nossos pais, e Deus usa essa relação para nos ensinar o princípio da obediência. Se não honramos aqueles que vemos e com quem convivemos diariamente, como obedeceremos e honraremos a Deus?
A ordem de honrar pai e mãe reflete o desejo de Deus para que vivamos com respeito, obediência e reconhecimento da autoridade estabelecida por Ele.

O Senhor sabia que a estabilidade da sociedade começa no lar e, quando os filhos aprendem a obedecer aos pais, toda a estrutura familiar e social é fortalecida. Hoje, vemos muitas famílias desestruturadas, jovens e adolescentes totalmente sem rumo. Passam horas, nas redes sociais e jogos, trocando o dia pela noite, e os pais não exercem a devida autoridade. Esse caminho pode levar a vícios, rebeldia e a todo tipo de pecado e depravação. Tristemente, muitas situações como essas estão diretamente relacionadas à falta de testemunho da vida de Cristo dos pais dentro do lar.

Muitos diagnósticos precipitados ou falsos são confundidos com síndromes por falta de uma disciplina no lar. Sim, existem casos reais de enfermidades emocionais, várias síndromes que precisam ser tratadas corretamente e por profissionais competentes. Entretanto, a ausência de disciplina, respeito, autoridade e a própria negligência dos pais em viver o Evangelho no lar causam distúrbios nos filhos. Os pais que não ensinam seus filhos no caminho do Senhor contribuem para uma geração desorientada e vulnerável ao pecado.

Precisamos de sabedoria do alto, e Tiago nos lembra que podemos pedi-la a Deus, que dá liberalmente a todos (Tiago 1:5). A história de Israel nos ensina que a desobediência aos pais e, sobretudo, a Deus, trouxe consequências severas. O quinto mandamento é uma ordem de Deus que nos ensina princípios como:

1 – Honra: o verbo “honrar” implica mais do que apenas obedecer. Ele envolve respeito, consideração e uma atitude de gratidão pelos sacrifícios e esforços dos pais em criar e guiar os filhos. A honra aos pais é uma forma de demonstrar reverência a Deus, pois Ele é o autor dessa autoridade;

2 – Obediência: para os filhos, isso envolve uma obediência diligente aos pais, enquanto estiverem sob sua autoridade, e isso se estende até a fase adulta, quando a honra e respeito continuam, mesmo que as circunstâncias mudem;

3 – Prolongamento da vida: quando honramos nossos pais, experimentamos bênçãos em nossas vidas. O desrespeito e a rebeldia contra a autoridade, especialmente a de nossos pais, trazem consequências negativas, enquanto a honra resulta em bênçãos;

4 – Fundamento para outros relacionamentos: a base que este mandamento estabelece para a família, onde há respeito mútuo, também serve como modelo para outros relacionamentos sociais e eclesiásticos. O respeito à autoridade de Deus, por exemplo, é muitas vezes refletido em como tratamos aqueles que Ele colocou acima de nós, como nossos pais.

O quinto mandamento nos ensina a importância da família, do respeito à autoridade e da promessa de bênçãos para aqueles que vivem em obediência a Deus. No entanto, por nós mesmos, somos incapazes de cumprir essa ordem, assim como qualquer outro mandamento. Somente em Cristo, pela Sua obra na cruz, recebemos um novo coração e um novo espírito, capacitados pela graça para viver segundo a vontade de Deus.

A forma como honramos nossos pais reflete diretamente nossa disposição em honrar ao Senhor, que estabeleceu essa estrutura familiar para nosso bem. Mas o pecado corrompeu o coração humano e, sem Cristo, nossa tendência natural é a rebeldia. Vivemos em um mundo que, assim como nos tempos de Moisés, resiste à obediência a Deus. A sociedade moderna, frequentemente, distorce ou ignora o princípio de honrar pai e mãe, mas a verdadeira obediência só pode ser fruto da transformação que Cristo opera em nós. Somente unidos a Cristo podemos viver em obediência genuína, não por obrigação, mas por amor àquele que nos salvou.

Vamos examinar algumas relações com o cenário atual:
1. Desrespeito à autoridade familiar: o pecado corrompeu o coração humano, levando à rebeldia contra toda autoridade, incluindo a familiar. A desobediência aos pais e o desprezo por sua autoridade têm se tornado normais, especialmente nestes tempos em que se exalta a independência e o empoderamento. No entanto, Cristo, na cruz, nos atraiu a Si para nos libertar desse espírito de rebeldia e restaurar em nós um coração submisso à vontade de Deus. Quando nos rendemos a Cristo, reconhecemos que toda autoridade foi instituída por Deus e passamos a enxergar nossos pais sob essa perspectiva. Somente pela cruz podemos vencer o orgulho e a dureza do coração, aprendendo a viver em humildade e obediência, não apenas diante dos pais, mas, acima de tudo, diante do próprio Deus;

2. A crise das famílias: em todos os lugares e culturas, as famílias enfrentam crises, como separações, falta de respeito entre seus membros, gerando violência doméstica, negligência ou a falta de envolvimento dos pais na criação dos filhos. Isso cria um ambiente onde o respeito e a honra aos pais tornam-se difíceis de praticar, especialmente para crianças que não crescem em lares estáveis. No entanto, quando a família tem um encontro real com Cristo, esse cenário muda. A autoridade, o amor e o temor a Deus passam a nortear esse lar;

3. Consumo e egoísmo: o mundo moderno promove uma mentalidade consumista e egocêntrica, na qual a busca por satisfação pessoal pode levar muitos a negligenciar os outros, inclusive os próprios pais. O mandamento de honrar os pais é uma lembrança de que a verdadeira honra é expressa pelo cuidado, gratidão e consideração por aqueles que nos deram a vida e, com amor cuidaram e cuidam de nós;

4. Mudança nos papéis familiares: a sociedade está passando por uma “reconfiguração” dos papéis familiares. Os novos modelos de família têm trazido uma esquizofrenia para o lar, e isso refletirá em uma sociedade cada vez mais caótica e distante de Deus. O quinto mandamento não se limita a um modelo cultural específico, mas aponta para o princípio eterno da honra e respeito, que transcende mudanças sociais e nos une a Cristo;

5. Tecnologia e desconexão: a tecnologia tem causado um distanciamento entre as gerações, especialmente entre pais e filhos. Com a ascensão das redes sociais, muitos jovens preferem interagir com amigos online a relacionarem com seus pais em casa, criando uma desconexão emocional. O mandamento de honrar pai e mãe nos desafia a buscar uma comunicação verdadeira e próxima. Uma maneira de combatermos essa distorção é o culto familiar (momento para ler, meditar e orar em família);

6. Promessa de bênçãos: com o caos moderno, a ansiedade e a insegurança dominam muitos lares, o princípio de que honrar os pais traz bênçãos e prolongamento de dias, ainda são válidos. Jesus nunca prometeu uma vida cristã sem dificuldades, mas Ele nos prometeu paz e nos animou a sermos perseverantes na obediência a Deus.

Portanto, embora a aplicação do quinto mandamento possa ser desafiadora no mundo de hoje, só em Cristo encontramos a graça e a força para fazê-lo de forma verdadeira. Ele, que foi perfeitamente obediente ao Pai e se entregou por nós na cruz, capacita-nos para honrar nossos pais, não apenas como um dever, mas como uma expressão do amor transformador do Evangelho.

Em meio ao individualismo, ao desrespeito à autoridade e à crise das famílias, somente por nossa união com Cristo, podemos viver esse mandamento como um testemunho vivo de obediência, fé e amor em um mundo que tanto carece da luz de Deus. O conselho é: Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.

Marcos Peixoto – 06/04/2025

NADA DECIDI SABER ENTRE VÓS

NADA

Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.

Essa carta aos santos em Corinto foi escrita por volta do ano 55 d.C. Paulo havia fundado essa igreja em sua segunda viagem missionária, cerca de 5 anos antes. Corinto era uma cidade grega muito importante, rica e extremamente corrompida moralmente. Era um centro comercial estratégico, com dois portos, e abrigava diversos cultos pagãos — o mais famoso acontecia no templo da deusa Afrodite, onde mil prostitutas cultuais serviam. Por isso, a cidade era associada à devassidão.

A igreja de Corinto era composta por gentios e judeus convertidos, muitos de origem humilde, mas também havia alguns mais abastados. Era uma igreja com muitos dons espirituais, mas cheia de problemas graves, como: divisões internas e facções (1.10-17); imoralidade sexual, inclusive incesto (5:1); litígios entre irmãos levados ao tribunal secular (6.1-8); abusos nos cultos e nos dons espirituais (capítulos 11 a 14). Havia, ainda, dúvidas sobre o casamento, alimentos sacrificados a ídolos e a ressurreição dos mortos.

Essa carta é muito atual, pois vivemos em um mundo corrompido. Dentro das igrejas do século XXI ainda existem muitos erros doutrinários, luta por poder, divisões, falsos mestres e tantos outros problemas.

Nela, Paulo mostra que a verdadeira sabedoria está na cruz de Cristo — e não na sabedoria do mundo. Ela foi escrita com esta intenção: corrigir e ensinar sobre a verdadeira sabedoria cristã. Dessa forma, Paulo não usou retórica humana nem sofisticação intelectual para se comunicar, mas depositou toda confiança no poder do Espírito Santo.

O foco da pregação de Paulo não era em conhecimento humano ou em falar o que as pessoas gostariam de ouvir, muito menos em acusar ou proteger pessoas ou seus atos. Paulo vai direto ao ponto, a essência do Evangelho é Cristo crucificado.
Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria (v.1). Paulo evita usar uma linguagem rebuscada ou filosófica que impressione o homem natural. Ele era um homem culto, aprendeu aos pés de Gamaliel, um dos homens mais sábio entre os judeus e foi um discípulo exemplar, pois sua vida era irrepreensível do ponto de vista humano. (Abra a sua bíblia em Filipenses 3.4-8).

O foco da pregação não está em argumentos humanos que geram orgulho ou confusão, mas no poder de Deus e na revelação do Espírito Santo. Quem o homem é, para onde ele vai em seu estado de pecado e qual a solução para que ele seja levado ao verdadeiro arrependimento. Nenhum pregador, por mais eloquente ou sábio que seja, pode gerar essa nova vida, tampouco é possível conquistá-la por méritos. Somente a graça e a misericórdia de Deus é que podem alcançar o homem perdido.

Podemos extrair a primeira lição: não é nossa eloquência, conhecimento, status social, argumentação que vão levar as pessoas a mudarem de vida, mas a pregação do Evangelho, que é a morte e a ressurreição de Cristo. Mais exatamente, que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, está morto, sepultado e, na ressurreição, ganhamos a nova vida, uma vida que está sendo santificada dia a dia, que chamamos de salvação da alma.

Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado (v.2). A pregação central de Paulo é a pessoa e obra de Jesus Cristo, especialmente a cruz, pois foi ali que o velho homem morreu, foi sepultado e, na ressurreição, ganhou uma nova vida. (Rm 6.6).

A cruz que, para o mundo, é loucura 1 Cor 1.18, é o centro da mensagem que salva. Muitos rejeitam essa mensagem, inclusive dentro das igrejas, mas, independentemente, da rejeição do homem, ela é o motivo pelo qual somos unidos a Cristo: i) na cruz, houve a nossa justificação; ii) na cruz, o nosso pecado foi pago, e o inimigo foi derrotado, ele não tem mais poder sobre a morte, foi destronado; iii) na cruz, o velho homem foi morto e a inimizade contra Deus foi desfeita.

Paulo rejeita qualquer conhecimento ou sabedoria que desvie desse foco. E nós, também, não podemos ser iludidos, enganados com pregações humanistas, que prometem prosperidade, cura, vida boa… Não existe nada de bom para o homem fora de Cristo.
E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós (v.3). Paulo não prega com confiança na sua própria força, mas reconhece sua fragilidade humana. Isso revela, para cada um de nós, humildade e dependência total de Cristo, seja no ministério ou em qualquer atividade em nosso dia a dia.

O “temor e tremor” a que Paulo se refere falam da reverência diante da responsabilidade de transmitir a verdade de Deus, seja no púlpito ou para as pessoas que convivem conosco, e isso começa no nosso lar, com os vizinhos, no trabalho, no trânsito, na igreja, em todo lugar, em todo tempo. Lembre-se: Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão. Lucas 12:48b
A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder (v.4).

Paulo destaca que o que sustenta sua pregação é a ação do Espírito Santo e não a eloquência humana. A verdadeira eficácia do Evangelho está no poder sobrenatural de Deus para convencer e transformar vidas. A linguagem pode ser simples, mas é revestida de poder divino. Não é o seu ou meu conhecimento das Escrituras. Não é a nossa atitude, postura de voz, português correto (claro, tudo isso é bom), mas é o que Cristo fez primeiramente em nossa vida (na minha vida). Quando falamos por experiência própria há empatia, seja no púlpito ou individualmente, mas o convencimento é somente obra do Espírito Santo de Deus.

Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus. Paulo quer que a fé dos corintos seja firme e segura, não baseada em argumentos ou conhecimento humano, que são instáveis e transitórios. A fé verdadeira repousa no poder de Deus que age no coração e na vida dos filhos. Se pensamos que podemos apoiar a fé em coisas deste mundo, estamos totalmente enganados. Primeiramente, não temos fé, a um dom de Deus, e o autor é Jesus Cristo. Além disso, nada, neste mundo, pode levar o homem a Deus. Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5).

Mas como podemos colocar em prática tais ensinamentos? Como isso pode ser real em nosso dia a dia? Quero enumerar alguns pontos, mas saiba que não são regras, não são normas, entretanto nos ajudam a permanecer na Verdade. Gosto muito das palavras do salmista quando diz: Firma os meus passos na tua palavra, e não me domine iniquidade alguma. Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos. Salmos 119.105 e 133.

1. A Mensagem: seja individualmente, em pequenos grupos ou mesmo no púlpito, é preciso ter, como centro, Jesus Cristo crucificado. Creio que a visão da nossa comunidade reflete esse cuidado: conhecer pessoalmente a Cristo crucificado, sepultado e ressurreto, e torná-lo conhecido em todo lugar, por meio da amorosa graça do Pai;

2. Humildade ao anunciar o Evangelho: não podemos confiar em nossa capacidade humana, mas reconhecer nossa fraqueza e depender do Espírito Santo. Ao anunciar o Evangelho, a glória sempre será de Cristo. Somos apenas servos. Lembre-se: Jesus, o criador de todas as coisas, lavou os pés dos discípulos;

3. Confiança e dependência: o Espírito Santo tem a suprema missão: Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. João 16:8-11. Essa missão é dEle;

4. Uma Fé Sólida: a fé verdadeira não é uma questão de filosofia ou inteligência, mas de esperança e confiança em nossa união com Cristo. Ele é o autor da fé. Não temos fé em nós mesmos. Não temos estoque dela para emprestar a outros. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Efésios 2.8. Peça a Deus a fé para crer e proclamar;

5. E um alerta: a missão de anunciar o Evangelho foi dada a todos os que são filhos de Deus. O Evangelho é simples, a mensagem é objetiva. A Palavra de Deus não volta vazia. O poder transformador não está em quem fala, mas na Palavra de Deus. Sim, é muito bom ter uma linguagem correta, sem vícios, sem buscar impressionar pessoas. Todos que nasceram do alto podem anunciar o Evangelho, mesmo com suas fraquezas e limitações.

Cabe aqui ainda uma última consideração: quem ouve também precisa ter cuidado. As palavras sábias, as falas mansas, as mensagens eloquentes, e muitos outros enganos estão encobrindo um falso evangelho e falsos mestres. Ouça com cuidado e atenção qualquer que seja a pregação. Fuja do humanismo, no qual o homem é o centro, e Cristo está de fora.

O Evangelho não depende da oratória, muito menos de técnicas ou sabedoria humana, mas da revelação da obra que Cristo realizou na cruz. Ele morreu e nos levou a morrer com Ele. Foi sepultado, e o velho homem com Ele. Mas Jesus Cristo ressuscitou e nos deu uma Nova Vida. Assim, como Paulo, necessitamos depender totalmente de Deus, para que nossa fé esteja firmada unicamente na pessoa de Jesus Cristo. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.

Marcos Peixoto – 24/08/2025

COMBATENDO A ANSIEDADE – II

ansiedade 2

Quando você vai a determinados restaurantes ou lanchonetes, no cardápio às vezes há “combos promocionais”, como: suco, lanche e batata. Isso é comum — é uma forma de incentivar o cliente a consumir mais.
Da mesma forma aconteceu com o pecado.

A proposta de Satanás foi:

Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Gênesis 3.5
A proposta parecia excelente: ser como Deus, conhecer o bem e o mal.

Eva, e posteriormente Adão, não sabiam o que era o bem ou o mal. Eles eram neutros em relação a essas questões.
Mas Satanás, astuto — aquele que veio para matar, roubar e destruir — não disse que o homem receberia um “combo de maldade” e sofreria uma morte eterna por causa do pecado da desobediência.

Quero chamar a sua atenção, nesta tarde, para a ansiedade — um mal que afeta a humanidade desde então.
A ansiedade não escolhe classe social, raça ou idade. Ela alcança até mesmo o cristão. Por isso Jesus tratou desse assunto, e por isso Paulo também tratou.

Charles Spurgeon disse: “A ansiedade não tira a aflição do amanhã, apenas a energia de hoje.”
Então, quero conversar com você sobre como podemos combater a ansiedade pela Palavra de Deus.

1 – ESTAR EM CRISTO – (essencial para combater a ansiedade)

Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos. Romanos 6.5-6

“Mas você disse que até o cristão terá aflições!”
Sim — e é por isso que estamos falando agora de como combater a ansiedade, que pode vir por meio das aflições da vida.

Por estar em Cristo, você tem confiança, certeza, descanso e esperança de que Jesus não te deixará, não te abandonará. Temos um trono da graça ao qual recorrer. Deus é socorro bem presente na angústia.

Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Romanos 6.11

2 – FÉ NA SOBERANIA DE DEUS – (para combater a ansiedade)
Salmos 103.19
Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo.

Soberania significa autoridade, poder de governar. Deus é soberano — tudo está debaixo do seu governo.
Satanás precisou da permissão de Deus para agir na vida de Jó.

Jesus disse a Pedro:
Lucas 22.31-32
Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo!
Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos.

Temos um Deus soberano.
Jesus tem o Nome sobre todo nome.

Não pedimos a ídolos ou imagens. O profeta Jeremias diz:
Jeremias 10.5-10
Os ídolos são como um espantalho em pepinal; não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não os temais, porque não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem. Ninguém há semelhante a ti, ó SENHOR; tu és grande, e grande é o poder do teu nome. Quem não te temeria, ó Rei das nações? Porque isso te compete; porquanto entre todos os sábios das nações e em todos os seus reinos ninguém há semelhante a ti. Mas eles todos se embruteceram e se tornaram loucos; ensino de ídolos é madeira.
Trazem prata batida de Társis e ouro de Ufaz, obra do artífice e das mãos do ourives; as suas vestes são de estofo azul e púrpura; obra de homens peritos são todos eles. Mas o SENHOR é verdadeiramente Deus; ele é o Deus vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação.

3 – CONTENTAMENTO – (uma arma para combater a ansiedade)

Hebreus 13.5-6
Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?

1 Timóteo 6.6-8
De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.
Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele.
Tendo o que comer e vestir, estejamos contentes.

Paulo, em Filipenses, fala das coisas que roubam a nossa alegria e o nosso contentamento:
circunstâncias, coisas, pessoas e a ansiedade (preocupações).

E Jesus, no Sermão do Monte, ensinou:
Mateus 6.25-34
Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?
E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé? Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.

Uma boa definição de ansiedade é esta: é como estar em uma cadeira de balanço ou em uma rede — você está em movimento, mas não sai do lugar. A ansiedade faz isso conosco.

Ontem mesmo fiquei assim à tarde: havia o estudo no pequeno grupo, e hoje este também…
Clamei por misericórdia, pelo socorro bem presente — e então veio o alívio.

4 – ESPERANÇA NAS PROMESSAS – (mais uma arma para combater a ansiedade)

(Existe uma estimativa de que a Bíblia contém mais de 7.000 promessas — será que há alguma para você, que está ansioso?)

Romanos 8.17
Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.

1 João 5.13-14
Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus. E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.

Hebreus 7.25
Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.

5 – FOCO NA REALIDADE ESPIRITUAL – (para combater a ansiedade)

Filipenses 4.4-7
Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.

Colossenses 3.1-4
Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória.

Romanos 12.2
E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Mateus 6.19-21
Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.

Então, irmãos, esta palavra teve o objetivo de ajudar você e a mim em nossa caminhada cristã.
Cristo está sendo formado em nós. Estamos no processo chamado santificação.

Teremos aflições, teremos momentos de ansiedade — mas a Palavra nos ensina a não andarmos dominados por ela.
Não podemos impedir que um pássaro voe sobre nossas cabeças, mas podemos impedir que ele faça um ninho.

Por isso, na santificação, há também a nossa participação:
Ler a Palavra, meditar, orar, participar das reuniões da igreja, dos cultos, estar em comunhão com os irmãos — tudo isso nos ajuda a não andarmos ansiosos por coisa alguma.

Que o Senhor continue derramando suas bênçãos sobre a vida de cada um de nós.
Que Cristo cresça, e que eu diminua a cada dia.
Amém!

Marcos Peixoto – 19/10/2024

COMBATENDO A ANSIEDADE I

Ansiedade 1
Você tem andado ansioso ultimamente? Você está ansioso hoje? ⁴ Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. ⁵ Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. ⁶ Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. ⁷ E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. FILIPENSES 4.4-7 Destacamos nesse texto algumas palavras importantes: 1 – Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Logo de início, o verbo alegrai-vos está no imperativo afirmativo — não é uma opção, é uma ordem. Se você é filho de Deus, então, mesmo nas aflições, isso é possível. João 16.33 Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. Tiago 1.2-3 Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Irmãos, a nossa alegria, o nosso contentamento, não estão ligados às circunstâncias da vida, mas a um relacionamento verdadeiro com a pessoa de Jesus Cristo. 2 – Moderação Moderação = gentil, apropriado, conveniente, suave, leve, íntegro. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. O apóstolo também sabia que, devido ao relacionamento estreito com o Senhor, a moderação, a amabilidade, a generosidade, a misericórdia, a clemência e a paciência em relação aos erros ou falhas do próximo tornam-se perceptíveis na vida do cristão. Isso acontece por causa da proximidade, da intimidade que ele tem com o Senhor. Perto está o Senhor. “Ah! Ninguém gosta de mim, ninguém me cumprimenta, eu sou muito sozinho…” O Senhor está perto. E mais: o Espírito Santo de Deus está aqui como nosso Consolador, Conselheiro, Auxiliador. Então, não fique na posição de vítima. Olhe para o Senhor. Alegre-se, louve, glorifique ao Senhor. Exemplo: quando você perder o sono por qualquer motivo, em vez de ficar rolando na cama, levante-se, leia a Palavra, dobre os seus joelhos… vá falar com o Pai. 3 – Não andeis ansiosos de coisa alguma Os dados sobre a ansiedade no mundo atual são alarmantes, e o Brasil é campeão nessa área. Uma pesquisa publicada em março de 2023 aponta que 9,3% da população brasileira sofre de transtorno de ansiedade. Isso equivale a 18,6 milhões de brasileiros. Causas: celulares. O brasileiro passa, em média, 5,5 horas por dia diante das telas. O transtorno causado pela ansiedade atinge a maioria das crianças de 0 a 10 anos. A palavra grega para “ansiosos”, aqui, significa “atraídos para direções diferentes”. As nossas esperanças nos puxam para um lado, e os nossos medos nos puxam para outro. A ansiedade está associada à angústia, que pode significar “um caminho estreito”. Quando ficamos ansiosos, nos sentimos apertados, estrangulados, a ponto de surgirem sintomas físicos como: dores de cabeça, dores no pescoço e nas costas, dores estomacais, gastrites e até úlceras. A ansiedade afeta o raciocínio, a digestão e até a coordenação motora. Esses são alguns dos males que ela causa. Você tem andado ansioso ultimamente? Do ponto de vista espiritual, a ansiedade é constituída de pensamentos (mente) e sentimentos (coração) incorretos acerca de circunstâncias, coisas e pessoas. A epístola aos Filipenses fala justamente dos ladrões da nossa alegria, que são: 1 – Circunstâncias 2 – Coisas 3 – Pessoas 4 – Ansiedade Por esse motivo, Paulo nos exorta a não andarmos ansiosos. Ele não diz que não teremos ansiedade, mas que não devemos viver dominados por ela. A ansiedade é a grande usurpadora da alegria do homem. Então, se eu disser para mim mesmo: “Pare de se preocupar”, isso funciona? Infelizmente, não. Existem outros elementos que alimentam e fortalecem a ansiedade — e já vimos quais são. Paulo trata desse assunto com os filipenses porque, certamente, a ansiedade virá sobre todos, inclusive sobre os cristãos. O que fazer? Onde buscar a solução? Como combater esse mal chamado ansiedade? Essa pergunta nos leva à resposta de Pedro a Jesus: João 6.68 Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. No mundo não encontraremos respostas, soluções ou armas eficazes para combater a ansiedade. Em maior ou menor grau, todos nós lidamos com ela. Segundo psicólogos, em uma escala de 1 a 10, aqueles que estão entre 3 e 4 no nível de ansiedade são considerados dentro da normalidade. E isso faz sentido, pois Jesus afirmou que teremos aflições, mas devemos ter bom ânimo, porque Ele venceu o mundo. Na sequência do verso 6, Paulo começa a apresentar as armas para vencer a ansiedade: Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. “Em tudo” quer dizer: seja qual for o motivo — circunstâncias, coisas ou pessoas — que esteja causando ansiedade em nossas vidas, devemos apresentar tudo isso a Deus. Como? Por meio de oração, súplicas e ações de graças. As petições são específicas — por alguém ou por alguma situação. A oração é uma atitude de louvor e adoração. As súplicas são quando apresentamos as necessidades, tanto dos outros quanto as nossas. Mas há algo fundamental: As ações de graças são o início e o fim da oração. A gratidão a Deus — pelo que Ele é, pelo que Ele fez, pelo que Ele está fazendo e pelo que ainda fará — deve ser motivo de alegria constante em nossas vidas. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. O teu coração está aflito, angustiado, ansioso? Então vamos praticar. Você está ansioso? O que fazer? Vamos apresentar a Deus nossa ansiedade. Ore ao Senhor e abra seu coração, Fale para Deus o que Ele já sabe, mas expresse isso de forma clara e objetiva, e peça sabedoria do alto para que essa ansiedade fique para trás. Lance sobre Ele… Marcos Peixoto – – PARTE 1 – 11/10/2023