ATENDEI, AGORA, RICOS… TIAGO 5:1
Gostaria de parar aqui e meditar nesse ponto:
Atendei, agora, ricos…
Quando João recebe a revelação de Cristo e a instrução para escrever o Apocalipse, ele fala de uma riqueza que Laoudicéia possuía, e gostaria de pensar nessa mesma riqueza nessa manhã.
Laodicéia pensava que era rica, mas era vazia…
Vou fazer um “ping pong” entre fala de Tiago e de João:
O HOMEM RICO E A IGREJA RICA
Tiago fala aos ricos desse mundo para não confiar em seus bens.
Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão.
Desventura – problemas, miséria
João fala a igreja para não confiar em sua sabedoria, em sua teologia, em sua cultura religiosa.
Pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Apocalipse 3:17
As duas coisas são perigosas e ruins.
O rico envaidecido pelo poder que o dinheiro dá, menospreza os outros, acha que pode tudo, que não precisa de Deus, confia em suas posses e normalmente esquece de Deus.
A igreja (i) minúsculo, também confiante em um evangelho (e) minúsculo sem Cristo, com base no humanismo, com atrações, entretenimento e filosofias humanas, atrai pessoas para um circo, para um clube social uma associação.
Ao homem rico que confia em suas riquezas a Palavra adverte:
Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR! Jeremias 17:5
A igreja com o falso evangelho, dominada pela teologia sem Cristo, humanista a Palavra adverte:
Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; Apocalipse 3:15-16
O conselho ao homem rico é:
Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Isaías 55:6-7
Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, Atos 3:19
O conselho a Laodiceia é:
Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Apocalipse 3:18-19
Que o Senhor nos livre dessas duas coisas:
– Confiar nas riquezas em nossa própria força no poder desse mundo;
– Que o Senhor nos livre de uma teologia sem a cruz de Cristo, sem o Evangelho da graça que fala da nossa morte, sepultamento e ressurreição com Cristo.
04/06/2024
Aceite a Exortação
Meus irmãos, se algum entre vós se desviar da verdade, e alguém o converter, sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados. Tiago 5:19-20
Esse texto normalmente é aplicado aquele irmão que está afastado da comunhão com os santos, talvez até em pecado, e necessitamos auxilia-los, exorta-los em amor, para que haja restauração…
Entretanto, quero trazer esse contexto para nossa realidade…
Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Como é possível se desviar da verdade? Quando permitimos que as filosofias do mundo dominem nossas vidas. Isso pode acontecer de várias formas, sutilmente, tirando a centralidade de Cristo e colocando o homem no centro. Desviar da verdade e do caminho, que é Cristo, é humanismo. Se toda a glória não for para Cristo, é humanismo.
Em nossas pregações, podemos fazer isso inconscientemente. Por isso, pergunte ao texto:
ONDE ESTÁ CRISTO NESSA MENSAGEM?
CRISTO É O CENTRO DO QUE QUERO TRANSMITIR?
ESTÁ CLARO PARA OS OUVINTES QUE A SALVAÇÃO É EXCLUSIVAMENTE POR MEIO DE CRISTO?
Tiago é um livro exortativo que nos chama à obediência e à prática da Palavra de Deus. Se percebemos que algum irmão está fora do Caminho e da Verdade, precisamos alertá-lo e ajudá-lo a voltar para a centralidade em Cristo.
O mundanismo pode penetrar nossas almas sutilmente sem que percebamos. Quando um irmão nos corrige, nos orienta e nos exorta, devemos levar isso em consideração.
Deus corrige quem ama, e esse irmão, que está nos corrigindo, pode ser um instrumento nas mãos de Deus a nosso favor.
Não é agradável ser corrigido. Às vezes, pensamos que somos perfeitos, espirituais demais para sermos corrigidos. Mas Tiago nos exorta à RESTAURAÇÃO dos irmãos. Se eu estiver fora do Caminho e da Verdade no estudo que será ministrado a Igreja, preciso ser corrigido, e Deus pode usar qualquer um de vocês para me ajudar.
Tiago fala de maturidade espiritual, e todos precisamos disso. Que o Senhor tenha misericórdia de cada um de nós, que sejamos humildes ao receber as exortações dos irmãos para sermos tratados.
Você está disposto a ser levado ao um lugar deserto?
Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: “Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto.” Ele se levantou e foi. (Atos 8:26)
Após a morte de Estevão (cap. 7), Saulo começa a perseguir os cristãos, e muitos deles são espalhados por toda parte.
Em Atos 8:5-8 lemos que Filipe, descendo à cidade de Samaria, anunciava-lhes a Cristo. As multidões atendiam, unânimes, às coisas que Filipe dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele operava. Pois os espíritos imundos de muitos possessos saíam gritando em alta voz, e muitos paralíticos e coxos eram curados. E houve grande alegria naquela cidade.
O ministério de Filipe foi tão eficaz que a notícia chegou a Jerusalém:
No verso 14 lemos: ouvindo os apóstolos, que estavam em Jerusalém, que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João.
Tudo parecia favorável a Filipe: ele pregava com poder, pessoas eram salvas, recebiam o Espírito Santo, demônios eram expulsos, libertações aconteciam, e até Pedro e João reconheceram a obra que Deus fazia por meio dele.
Mas vejam que curiosidade: o Senhor o chama para o deserto. Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. Ele se levantou e foi.
Mas para que um homem usado de forma tão poderosa seria levado ao deserto? Será que ele não seria ele mais necessário em Samaria, na Judéia, em Betânia ou até mesmo em Jerusalém? Para que o Senhor o tiraria de um lugar frutífero para levá-lo a um caminho solitário?… Lei todo o capítulo 8 de Atos dos Apóstolos.
Aplicação para cada um de nós hoje:
Por que Deus nos coloca, às vezes, em lugares e situações que não entendemos?
Quantas vezes perguntamos: “Senhor, por que estou aqui? O que estou fazendo nesta situação?” Mas a pergunta correta é: Para quê?
Nossa visão, nesses momentos, é de desespero, de abandono, de ausência de saída. Mas o Senhor continua no controle. Ele é o oleiro, nós somos o barro. Precisamos ser moldados ao caráter de Cristo. E muitas vezes seremos amassados, colocados de lado, para na hora certa, sermos usados.
Assim como a uva e o trigo precisam ser esmagados e triturados para cumprirem seu propósito, nós também necessitamos passar pelos desertos que o Senhor permite em nossas vidas.
Deus sabe o que faz. Ele é soberano. Cabe a nós ouvir a Sua voz, esperar n’ Ele e cumprir a Sua vontade, mesmo quando não entendemos. No caso de Filipe, o propósito do “deserto” foi levar o Evangelho até a África, por meio do eunuco etíope.
E no seu e no meu caso? Qual será o motivo de estarmos exatamente aqui hoje? Pense nisso…
O QUE DEUS NÃO PODE FAZER
Se pararmos para pensar em Deus e nos limites daquilo que Ele não pode fazer, vamos encontrar uma lista pequena de “limitações”. Na realidade, essa lista também pertence aos atributos perfeitos que só Deus possui.
Pode ser que existam mais, mas quero falar sobre 4 limitações de Deus – calma –
1 – Deus não pode mentir
Tito 1:2 – Na esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos eternos.
Também em Hebreus 6:18: …É impossível que Deus minta…
Parece uma frase simples demais. Mas o Deus Criador do universo, aquele que sustenta todas as coisas, não pode mentir. Por quê?
Porque mentir seria negar o Seu próprio caráter. Deus é santo, justo, verdadeiro, perfeito. A mentira é engano, falsidade, contradição — coisas das criaturas, causadas pelo pecado.
Deus não é contraditório, nem incoerente. A essência do que Ele é torna impossível qualquer mentira.
Essa impossibilidade não é uma limitação, mas uma manifestação da perfeição infinita da Trindade Santa. As promessas de Deus, de Jesus Cristo, e o selo do Espírito Santo garantem o cumprimento — quer creiamos ou não.
Isso enche o nosso coração de segurança. Jesus afirmou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Temos uma viva esperança — e isso deve impactar a nossa vida de forma profunda.
Nós podemos ser abalados por várias coisas, prometer e não cumprir, e até mesmo sermos pegos na mentira. Homens, instituições, governos falham e mentem. Mas o SENHOR (Eu Sou) não pode mentir, e nem falha em suas promessas.
Quando Deus prometeu vida eterna por meio de Jesus Cristo, podemos estar confiantes e descansados:
Romanos 8:38,39 – Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Essa certeza não está baseada em algo que fizemos ou deixamos de fazer, mas em seus atributos imutáveis, em sua fidelidade, que não depende de nada nem de ninguém.
O que mais Deus não pode fazer?
2 – Deus não pode pecar.
O pecado é tudo aquilo que se opõe à santidade de Deus. Pecar implicaria imperfeição, injustiça, maldade. Deus é absolutamente santo, perfeito e justo.
Em 1 João 1:5 lemos:
“Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.”
Essa frase quer dizer que Deus é pura santidade, e não há nele qualquer sombra de pecado. Pecar é impossível para Ele porque contradiz sua natureza.
Para nós, isso é segurança. É garantia do amor, da misericórdia, da graça, da justiça de Deus. Deus não pode ser corrompido ou se corromper — isso é algo impossível.
3 – Deus não pode negar a si mesmo.
Em 2 Timóteo 2:13, Paulo escreve:
Se formos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.
Essa é uma declaração tremenda de segurança! Não importa se falhamos, se somos infiéis, se nos desviamos — Deus permanece fiel. Ele não pode negar a sua própria natureza.
Jesus Cristo não muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente.
Podemos confiar plenamente que o Senhor nunca vai se afastar de suas promessas, ou negar o que Ele mesmo é ou prometeu.
4 – Deus não pode mudar.
Malaquias 3:6 diz:
Porque eu, o Senhor, não mudo.
Essa imutabilidade significa que Deus não é um ser instável, volúvel ou sujeito a mudanças de humor ou vontade.
Sua palavra ontem era verdadeira, é verdadeira hoje, e será verdadeira para sempre. Suas promessas não envelhecem, nem se tornam inválidas.
Para nós que cremos, essa verdade é um escudo. Em um mundo que muda tão rápido, onde nada parece durar, Deus e Jesus Cristo permanecem os mesmos — constantes, firmes, fiéis.
Cada uma dessas impossibilidades é uma janela aberta para a nossa alma descansar — e, de certa forma, compreender quem é o nosso Senhor.
Ele é a verdade em forma, a fidelidade personificada, a justiça perfeita e a imutabilidade que não se altera.
Isso nos leva a pensar:
● Podemos confiar em suas promessas;
● Sua Palavra é infalível — Ele é fiel a si mesmo;
● Podemos descansar no seu caráter.
Como disse o Spurgeon,
“A verdade de Deus é um escudo firme para o cristão; enquanto outros podem falhar, Ele permanece constante e verdadeiro.”
Saber essas verdades nos anima diante dos desafios diários que enfrentamos.
Ele nos deu os meios da graça que nos fortalecem nesta caminhada diária.
E novamente, como disse Spurgeon:
“Quando tudo ao redor desmorona, é a fidelidade de Deus que nos mantém firmes.”
Podemos confiar e descansar pois temos um Salvador, Jesus Cristo.
Deixaste o teu primeiro amor
“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.” — Apocalipse 2:4
Podemos ouvir essa palavra e sentir um peso no coração. “Deixaste o teu primeiro amor.” É uma frase curta, direta, mas que nos leva a uma reflexão profunda. Muitas vezes, o que começa com ardor e paixão, com brilho nos olhos e coração inflamado, aos poucos esfria, murcha, e deixa um vazio difícil de preencher.
Não é incomum que o cristão, mesmo sincero e dedicado, possa chegar a um momento em que o amor por Jesus — aquele amor primeiro, puro e fervoroso — tenha sido deixado de lado.
Essa palavra do Senhor à igreja de Éfeso no livro de Apocalipse é um alerta, um chamado ao arrependimento, à restauração do amor.
Creio que seja pertinente entender qual é esse “primeiro amor” que o texto fala?
Não é um amor qualquer. É o amor que arde no peito quando a alma se encontra com Jesus pela primeira vez. É o amor que nasce no encontro da graça e da misericórdia, quando o pecador se reconhece salvo e amado. É o amor que não busca razões para amar, mas simplesmente ama — apaixonadamente, sem reservas.
Esse amor se manifesta em querer estar com Jesus, ouvir Sua voz, obedecer à Sua palavra por gratidão e desejo, e não por obrigação.
Spurgeon certa vez disse:
“Não há verdadeira religião sem amor ardente a Cristo. A religião que não nasce do amor, não é religião verdadeira.”
Mas, como tantas vezes acontece, o amor pode esfriar. Pode ser substituído por formalismos, por rotinas, por preocupações.
Vamos enumerar aqui algumas causas que levam à perda do primeiro amor, para que ele possa reconhecer as suas próprias batalhas:
1) O peso da rotina e da formalidade:
A vida cristã pode se tornar um conjunto de obrigações — orar, ler a Bíblia, ir à igreja — mas sem o coração pulsando por Jesus. A chama se apaga porque o relacionamento se torna rotina.
2) As feridas do caminho:
Decepções, sofrimentos, perseguições podem endurecer o coração. Quando as coisas não saem como o esperado, o cristão pode se afastar do fervor do amor primeiro.
3) A distração do mundo:
As preocupações, os prazeres e as ansiedades da vida diária roubam a atenção de Deus. O coração se divide e o amor original se esfria.
4) O esquecimento da graça:
Quando a pessoa esquece o que Jesus fez na cruz, e começa a se apoiar mais em suas próprias forças ou méritos, o amor que nasce da graça perde seu vigor.
Deixar o primeiro amor não é um problema pequeno. É grave porque:
● A fé sem amor se torna vazia e morta. Como diz Tiago 2:17,
“Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.”
No texto de Apocalipse 2, Jesus não apenas aponta o problema, mas chama a igreja a se arrepender. O arrependimento é um voltar para o Senhor, um reencontro com o primeiro amor.
Esse chamado à volta é urgente e necessário para que o cristão recupere a alegria da salvação e a força para viver em obediência.
Mas como restaurar esse primeiro amor? Quero apresentar pelo menos quatro passos que podemos observar e obedecer para voltar ao primeiro amor que pode estar esquecido:
1) Reconhecer o estado atual:
Sem autoengano, o cristão precisa olhar honestamente para dentro do coração e confessar o esfriamento do amor.
2) Voltar à Palavra e à oração:
O amor a Deus é alimentado pelo contato diário com Ele. A leitura bíblica e a oração renovam a alma e reacendem o fogo.
3) Relembrar a graça e o sacrifício de Cristo:
Meditar no que Jesus fez na cruz, no seu amor imenso que perdoa e salva, reacende a gratidão e o desejo de amar.
4) Buscar comunhão com irmãos:
O amor floresce na comunhão. Estar entre irmãos que amam a Jesus ajuda a manter viva a chama do amor.
Talvez você possa estar se perguntando: Como está o meu amor por Jesus Cristo? Que rotina pode estar sufocando o ardor? Que feridas precisam ser curadas? Quais distrações me afastam do Senhor?
Essa é um reflexão que você deve fazer e pedir ao Espírito Santo que traga luz ao seu coração.
O BOM PASTOR
Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. João 10:11
O pastoreio de Cristo exigia um sacrifício que levava à morte. Ele disse: Assim como o Pai me conhece, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. João 10:15,17.
Cristo fez mais do que qualquer pastor dedicado faria por suas ovelhas. Davi, ao relatar sua experiência a Saul antes de enfrentar Golias, disse:
Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; quando veio um leão ou um urso e tomou um cordeiro do rebanho, eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca; e, levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o feri, e o matei. O teu servo matou tanto o leão como o urso; este incircunciso filisteu será como um deles, porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo. 1 Samuel 17:34-36.
No entanto, Cristo foi além. Ele não apenas arriscou sua vida, mas entregou-se completamente, morrendo em nosso lugar como nosso substituto. Ele tomou sobre si toda a culpa, toda a maldição e pagou, de uma vez por todas, a dívida que nos condenava. Como está escrito: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23.
O sacrifício de Cristo foi intencional, com um propósito eterno: separar as ovelhas dos bodes e conduzi-las à presença de Deus. Ele orou ao Pai: A minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. João 17:24.
As ovelhas do Bom Pastor reconhecem sua voz e seguem-no, pois Ele as conhece individualmente:
Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz. João 10:4. Isso mostra um relacionamento real e íntimo, reservado àqueles que estão unidos a Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição.
Somente Cristo, o Bom Pastor, pode suprir todas as necessidades de suas ovelhas. Ele as salva, protege, cura, corrige em amor e, quando necessário, as carrega nos braços.
Que todos nós, como ovelhas do Bom Pastor, estejamos atentos à Sua voz e, mesmo nos momentos de dor e incerteza, possamos declarar com confiança: O SENHOR é o meu pastor; de nada terei falta. Salmos 23:1.