ONDE ENCONTRAR SABEDORIA?
Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Tiago 1:5
Eu necessito de sabedoria… e analisando essa palavra eu me enquadro perfeitamente nessa necessidade… a sabedoria do alto…
Sabedoria no grego = σοφια SOPHIA
1 – Inteligência ampla e completa;
2 – Conhecimento sobre diversos assuntos,
3 – Sabedoria que pertence aos homens;
4 – Conhecimento variado de coisas divinas,
5 – Pode ser adquirida pela sutileza e experiência;
6 – Ciência do conhecimento;
7 – Dar conselhos mais sábios;
8 – Inteligência evidenciada em descobrir o sentido de alguma visão;
9 – Habilidade na administração dos negócios;
10 – Seriedade e prudência adequada na relação com pessoas;
11 – Habilidade e discrição em transmitir a verdade cristã;
12 – Conhecimento e prática dos requisitos para vida devota e justa;
13 – Inteligência suprema, assim como a que pertence a Deus, a Cristo;
14 – Sabedoria de Deus que se evidencia no planejamento e execução dos seus planos na formação e governo do mundo e nas escrituras.
Em suma a verdadeira sabedoria vem de Deus e está disponível para aqueles que a buscam com sinceridade.
Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Tiago 1:17
Sabedoria humana x Sabedoria de Deus
A sabedoria humana baseia na experiência, na lógica ou no conhecimento acadêmico.
A sabedoria divina é um dom gracioso que Deus concede aos seus filhos para que tomem decisões corretas e vivam de acordo com a sua vontade.
Essa Sabedoria do alto:
1 – A verdadeira sabedoria vem de Deus – Não é algo que se adquire com estudo ou esforço pessoal, mas deve ser buscada em oração.
2 – A sabedoria que vem de Deus é generosa e sem repreensão. Ele se agrada quando seus filhos reconhecem sua necessidade e dependência dEle.
3 – A sabedoria do alto é essencial para enfrentar provações.
4 – A sabedoria do alto guia nossas decisões. Ela permite enxergar além das aparências e tomar decisões alinhadas com a Palavra de Deus.
Minha oração é que o Senhor me conceda essa sabedoria que vem do alto, pois sou extremamente carente dela.
Marcos Peixoto
04/02/25
Conhecer a Deus
Texto base: Mas aqueles que conhecem seu Deus serão fortes e resistirão. – Daniel 11:32b
Vivemos em tempos conturbados, onde o inimigo de nossas almas segue trabalhando intensamente para enfraquecer, enganar e destruir o povo de Deus. No contexto de Daniel 11, vemos guerras, alianças perversas e tentativas de apagar a fé verdadeira. Essa é a missão de Satanás desde o princípio: afastar os filhos de Deus do próprio Deus.
Hoje, muitos falam sobre Deus, mas poucos de fato andam com Ele. O conhecimento superficial se espalha em vídeos, livros, sermões e publicações, mas a verdadeira comunhão é rara. É possível estar rodeado de versículos, igrejas e atividades cristãs… e ainda assim não conhecer o Deus das Escrituras.
Daniel nos mostra uma distinção clara: não é qualquer povo que resistirá, mas aquele que conhece a Deus. Esse conhecimento não é cultural, nem religioso — é pessoal. Trata-se de estar unido a Cristo, em comunhão íntima e transformadora.
1. Por que é tão importante conhecer a Deus?
Nunca tivemos tanto acesso à informação bíblica — mas também nunca houve tanta superficialidade espiritual. Quando os dias maus chegarem (estamos ainda há margem desses dias) só permanecerá firme aquele que está unido a Cristo.
Nosso inimigo é muito esperto, ele não se apresenta com violência. Às vezes, ele vem com elogios, conveniência, oferta de poder e distrações. Por isso, precisamos estar atentos, com os olhos fixos no Senhor. Como disse Charles Spurgeon:
“Os que conhecem a Deus verão a sua glória, e isso os fará fortes contra todas as tentações e provações deste mundo.”
2. O que significa conhecer a Deus?
Conhecimento verdadeiro não é apenas informação. É transformação.
Saber que Deus é amor não é o mesmo que ser amado por Ele.
Saber que Deus é santo não é igual a andar em santidade diante Dele.
Saber que Jesus é Salvador não é o mesmo que estar unido a Ele em sua morte, sepultamento e ressurreição.
Conhecer a Deus é uma experiência viva, relacional, real. Paulo expressou isso em Filipenses 3:10:
Para que eu o conheça, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com Ele na sua morte.”
3. Só é possível conhecer a Deus se estiver unido a Cristo
Não há como conhecer a Deus sem estar em Cristo.
É por meio Dele que ouvimos a voz de Deus nas Escrituras.
É Nele que enxergamos a mão de Deus agindo na história.
É por Ele que discernimos a vontade de Deus nas decisões.
É com Ele que desfrutamos a presença de Deus em todo tempo — nos bons e nos maus dias.
4. Os que estão unidos a Cristo resistirão:
• Ao pecado que seduz
• À mentira que engana
• À sedução do mundo que corrompe
Esses permanecerão de pé porque estão sustentados por Cristo.
Como disse Spurgeon: “A maior vitória do cristão é viver uma vida santa em meio a um mundo ímpio.”
5. Como aprofundar esse conhecimento de Deus?
• Pela Palavra – onde Deus fala com clareza
• Pela oração – onde falamos e ouvimos, mais do que pedimos
• Por meio da obediência – onde provamos nosso amor a Ele
• Na comunhão com os santos – onde somos edificados
• No quebrantamento – pois, perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado. Salmo 34:18a.
Este é o chamado: conhecer pessoalmente a Cristo crucificado e ressurreto e torná-lo conhecido por meio da amorosa graça de Deus.
Marcos Peixoto
NÃO ENTRISTEÇAIS O ESPÍRITO SANTO
E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Efésios 4:30
Não entristeçais o Espírito Santo de Deus é uma advertência, um apelo, mas, acima de tudo, é um chamado amoroso de Deus, e podemos entristece-lo. Mas talvez você pergunte: Como? A resposta é: pelo pecado… pela frieza… pela negligência… pela dureza de coração, pela desobediência.
O Espírito Santo é Deus. Ele é uma Pessoa bendita da Trindade. Aquele que consola, orienta, exorta, guia, santifica e transforma. Ele vive no coração daquele que foi selado para o dia da redenção. Ele é o selo. Ele é a garantia. Ele é a presença viva de Deus no interior do cristão.
Entristecer o Espírito é mais do que cometer um erro. É mais do que cair em uma fraqueza momentânea. Entristecer o Espírito é viver indiferente à Sua voz. É ignorar Suas advertências silenciosas. É endurecer o coração quando Ele convence do pecado. É permitir que o pecado se aninhe onde deveria haver santidade. Na prática: Quando a ira explode… o Espírito se entristece. Quando a fofoca corre solta… o Espírito se entristece. Quando a mentira é abraçada… o Espírito se entristece. Quando o orgulho cresce… quando o perdão é negado… O Espírito, que é sensível, se entristece.
Alguns sintomas de que entristecemos o Espírito Santo: Perda do senso da presença de Deus; A Palavra já não fala como antes; A oração se torna pesada, fria, mecânica; O louvor perde o sabor; A consciência se torna embotada; A alegria do Senhor parece distante.
Entretanto o Espírito Santo não abandona o cristão, pois Ele é selo até o dia da redenção, mas quando entristecido Ele se cala, Ele se oculta. Ele deixa a alma sentir o peso de Sua ausência percebida. Mas isso não é punição, é de certa forma amor pedagógico. É o Pai dizendo: “Volta, filho… volta ao lugar de comunhão.”
Esse assunto é sério, pois o Espírito Santo é quem nos leva a Cristo. É Ele quem nos convence, quem nos consola, quem nos fortalece. Sem Ele a vida cristã se torna árida. Sem Ele caminhamos no automático, desconectados da fonte.
Em Efésios 4.25-32, encontramos algumas maneiras de entristecer o Espírito: Mentira, ira, não dar ocasião ao diabo, não furtar, não usar palavras torpes (palavrões), amargura, raiva, gritaria, blasfêmias e a malícia, pois tudo isso apaga o brilho da presença do Espírito no coração.
Mas como restaurar essa comunhão?
1. Reconheça e Confesse o seu pecado, sua displicência;
2. Arrependa-se Sinceramente, abandone o pecado;
3. Volte Para a Cruz. É na cruz que o consolo volta, pois ali vemos que o nosso pecado já foi perdoado. Cristo já levou sobre si. E Ele foi sepultado também. Mas ao terceiro dia, Cristo ressuscitou, aleluia, agora podemos ir ao trono da graça e confessar esses pecados, pois já somos perdoados em Cristo Jesus. Assim aquela paz, a paz de Deus e a paz com Deus, retorna e junto a alegria no Espírito;
4. Encha-se do Espírito. Com a Palavra, pela oração, pela adoração, pela comunhão com os santos, pela obediência;
5. Guarde Seu Coração. Cuide dos pensamentos, das palavras, das atitudes.
Cristo enviou o Seu Espírito para habitar dentro daquele que foi regenerado. O Espírito é quem nos consola, nos guia, nos molda e que nos traz a memória o amor de Cristo. Que cada um de nós ande em santidade, de forma a não entristecer o Espírito Santo de Deus.
Marcos Peixoto
NOSSA UNIÃO COM CRISTO – PARTE VI
Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. Gálatas 2:19,20
É fácil dizer: – Cristo vive em mim ou através de mim na igreja, na reunião com os irmãos, no culto de quarta-feira…, mas, e no dia a dia, isso realmente é um fato? As pessoas têm visto a vida de Cristo em mim? As pessoas têm visto Cristo através da minha vida?
Quando engrosso as fileiras dos revoltosos, dos descontentes, dos murmuradores, das multidões, Cristo está sendo visto em mim? No meu lar, no negócio, com os vizinhos, no transito? Cristo é percebido na minha vida, ou isso tudo é apenas teoria?
Sim estamos sendo aperfeiçoados, moldados ao caráter de Cristo, estamos sendo santificados, e isso é um processo e precisamos pedir sabedoria a Deus… Tiago nos orienta a isso: Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que dúvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa; homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos. Tiago 1:5-8.
Temos o Espírito de Cristo, então somos dele! Se somos d’Ele, não temos mais prazer no pecado, em tudo aquilo que desagrada a Deus. Se Cristo habita em mim, tenho também o Espírito Santo e o próprio Deus habitando em mim…, isso vai refletir nas minhas atitudes, modo de agir, falar… enfim, na verdade que é Cristo.
Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça. Romanos 8:9,10.
Quando agimos em rebeldia a Deus entristecemos o Espírito Santo, o próprio Cristo que habita em nós. Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros. Efésios 4:25.
Quando somos regenerados e Cristo vem habitar em nós, as suas leis são escritas em nossas mentes e em nossos corações (Hebreus 8:10), passamos a fazer parte do Corpo de Cristo, e o Espírito Santo nos constrange ao arrependimento e a confissão do pecado diante do Senhor…
Por isso necessitamos ler, ouvir, meditar na Palavra, necessitamos da oração individual, coletiva, da igreja de Cristo para que Ele seja formado em nós…
Cristo habita em nós pela fé, e a cada encontro com a Palavra de Deus estamos sendo cheios do Espírito Santo. Isso ocorre quando nós o buscamos, investimos tempo no relacionamento e nos meios da graça… ler, ouvir, meditar na Palavra, na oração individual e na oração coletiva com a Igreja de Cristo. Que isso seja um fato em nossas vidas PGD.
Marcos Peixoto
NOSSA UNIÃO COM CRISTO – PARTE V
Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Romanos 6:4
O batismo nas águas é uma figura do batismo em Cristo pelo Espírito Santo, quando recebemos a revelação de nossa morte com Cristo. Diferente de outras denominações religiosas, cremos que quando somos nascidos do alto, no mesmo instante, recebemos o Espírito Santo. Não entendemos que seja necessário haver uma manifestação externa para que isso seja um fato.
Cremos que essa vida recebida traz “uma cesta de benefícios espirituais” a vivificação, justificação, batismo no Espírito e salvação e por consequência a santificação. Um está atrelado ao outro. A partir dessa experiência real, poderemos ser cheios do Espírito Santo. E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, Efésios 5:18.
Voltemos ao texto de Romanos 6.4 – Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo…
A nossa crucificação com Cristo implica em que: a) o Nosso velho homem está crucificado; b) estamos mortos para o pecado; c) estamos crucificados para o mundo; e, d) estamos crucificados para a lei.
Da mesma forma, o nosso sepultamento com Cristo implica em uma realidade espiritual vivida pela fé na nossa morte com Cristo na Cruz do Calvário. Por fim, a nossa ressurreição é a garantia da Nova Vida recebida por essa tão grande salvação. A importância do sepultamento, é que ela é um preparo para nossa ressurreição com Cristo. Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Romanos 6:4.
Se cremos que fomos crucificados com Cristo, também cremos que fomos sepultados com Ele, concomitantemente, isso nos leva a ressurreição. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. Romanos 6:5-7. Algumas versões trazem a palavra plantados em vez de unidos, mas o significado é o mesmo. Assim temos o privilégio de estarmos plantados em Cristo na sua morte, sepultamento e ressurreição.
Uma vez ressuscitados, estamos vivos para Deus e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; Efésios 2:6. Essa nova vida não tem mais prazer nas coisas antigas, nas velhas amizades, nos velhos costumes, na velha maneira de agir, falar, viver, tratar as pessoas. Estamos no mundo, mas o mundo não está em nós.
A nossa posição espiritual hoje é: assentados nos lugares celestiais em Cristo. Fomos reconciliados com Deus. Não nos vemos nessa dimensão ainda, mas, Deus nos vê assim: santos, inculpáveis e irrepreensíveis (Cl 1.22).
Enfim, estamos unidos a Cristo e necessitamos aprender a viver como tal. Desfrute desse privilégio hoje mesmo.
Marcos Peixoto
NOSSA UNIÃO COM CRISTO – PARTE IV
Ou acaso se esqueceram de que, quando fomos unidos a Cristo Jesus no batismo, nos unimos a ele em sua morte? Pois, pelo batismo, morremos e fomos sepultados com Cristo. E, assim como ele foi ressuscitado dos mortos pelo poder glorioso do Pai, agora nós também podemos viver uma nova vida. Uma vez que nossa união com ele se assemelhou à sua morte, assim também nossa ressurreição será semelhante a dele. Romanos 6:3,4 (NVT)
Muitos não conseguem identificar o real problema do homem, e a Palavra de Deus é bem clara ao chamar esse problema de natureza pecaminosa.
Entretanto, podemos encontrar outras definições para esse problema. No Antigo Testamento essa natureza pecaminosa é chamada de “conhecimento do bem e do mal. Já no Novo Testamento, encontramos três definições: pecado, velho homem e carne.
O autor do Livro Nossa União com Cristo, David Kuykendall define pecado como sendo a natureza pecaminosa, ou seja, a proposta de Satanás feita lá no Éden: Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Gênesis 3:5.
O autor ainda define Velho Homem como sendo uma referência o tipo de pessoa que nos tornamos em Adão, ou seja, o sabe tudo. Já a carne, Kuykendall, diz que é a mais sutil de todos, ela está ligada ao velho homem, a autoconfiança.
Em suma, todos esses termos estão resumidos ao conhecimento do bem e do mal, pois rejeitam a Jesus, fazem tudo pelos instintos, pela vantagem e pelo orgulho e autossuficiência. Esse homem natural, unido a Adão precisa conhecer a obra que foi feita na cruz. Sabemos que nossa velha natureza humana foi crucificada com Cristo, para que o pecado não tivesse mais poder sobre nossa vida e dele deixássemos de ser escravos. Pois, quando morremos com Cristo, fomos libertos do poder do pecado. Romanos 6:6-7.
Nossa união com Cristo ocorreu por meio do batismo na Sua morte. O batismo nas águas, ao contrário do que muitos pregam e outros acabam crendo, não tem poder de salvar. Ele é um sacramento, uma ordenança onde o cristão, que foi levado a crer em sua morte, em seu sepultamento e em sua ressurreição com Cristo, testifica para a Igreja e para o mundo sua fé.
O Batismo nas águas é uma tipificação do que ocorreu na cruz. É uma confissão pública da nossa morte juntamente com Cristo. A imersão nas águas, tipifica o sepultamento, pois um morto precisa ser sepultado. Mas quando o cristão é levantado das águas, o significado é a ressureição para uma nova vida, uma vida que glorifica a Deus.
O nosso velho homem foi crucificado com Cristo. Esse velho homem conhecedor do bem e do mal está anulado. Antes ele contava com o governo da alma e o desejo da carne, mas esses foram anulados pois estão crucificados com Cristo. Aqueles que pertencem a Cristo Jesus crucificaram as paixões e os desejos de sua natureza humana. Gálatas 5:24
Assim, unidos a Cristo temos um novo coração, um novo modo de vida, uma nova esperança e um novo porvir. Estaremos juntos com Cristo conhecendo a Deus “forever, endever”, Aleluia!!!
Marcos Peixoto