APOCALIPSE – Willian Grahan Scroggie

APOCALIPSE – Willian Grahan Scroggie – Tradução: Dorival .Zemuner

APOCALIPSE – Willian Grahan Scroggie – 1877 – 1958 – Tradução: Dorival Zemuner

1) Este Livro é uma inspiração para os fiéis do presente.
Em um mundo tão cheio de pecado, sofrimento, tristeza, incertezas e cruéis ambições; existe algum ponto de apoio ou ancoragem para a mente e o coração, para a fé e a esperança dos cristãos? Se não, então somos os mais miseráveis de todas as pessoas. Mas esta não é a nossa situação, pois Cristo é central e crucial em toda a história.
Isso é mostrado no Apocalipse por Suas relações com a igreja, com a Ordem Celestial, com o Mundo Apóstata, com o Reino Milenar e com todas as eras futuras. E porque é assim, Cristo é suficiente e satisfatório. Ele é o mesmo: ontem, e hoje, e para sempre. Ele é o Profeta de Deus para nós; o Sacerdote de nós para Deus; e o Rei de todos os mundos; Jesus, o Cristo e o Senhor.
Por causa disso, o crente pode dizer:
Tu, ó Cristo, és tudo o que quero,
Mais do que tudo em Ti eu encontro.

2)Este livro é a revelação de toda a história.
Sempre presentes neste mundo estão o certo e o errado, a verdade e o erro, a luz e as trevas, a santidade e o pecado, a justiça e a iniquidade, o céu e o inferno, Cristo e Satanás; e estes estão em incessante conflito um com o outro. Muitas vezes parece que as forças do mal são triunfantes, e que a bondade não compensa. Babilônia, a besta, o falso profeta e o Diabo parecem dominar o mundo. É quando essa visão está nos deprimindo que devemos ler novamente o Apocalipse, e ver que a Babilônia cai para a destruição; que a besta e o Falso Profeta são lançados no lago de fogo, e que Satanás é lançado no abismo. Não a injustiça, o erro, as trevas, o pecado, a iniquidade, o inferno e Satanás triunfam – por fim, mas o certo, a verdade, a luz, a santidade, a justiça, o céu e Cristo.
A cabeça que na terra foi coroada de espinhos será coroada com muitos diademas. ‘Os reinos deste mundo, em breve, se tornarão o Reino de nosso Senhor e de Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre.
A visão final não é de Atenas e seu intelecto, nem de Babilônia e seu luxo, nem de Roma e seu poder, nem de Paris e sua moda, nem de Nova York e seu comércio, nem de Londres e seu esplendor, mas é da Nova Jerusalém que representa o Caráter. Prostitutas, bestas, pseudoprofetas, demônios, gafanhotos, rãs e serpentes são varridos, e o Cordeiro outrora morto está no trono do universo, finalmente e para sempre triunfante.
Este, então, é o Epílogo do desenrolar do Drama da Redenção. A História, que começou num Jardim, termina numa Cidade, e entre as duas ergue-se uma Cruz; uma Cruz pela qual a tragédia do Jardim se transformou em triunfo da Cidade.
Fonte:
The Unfolding Drama of Redemption.
(Willian Grahan Scroggie – 1877 – 1958)
Tradução: D.Zemuner